
O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) esteve em Pindamonhangaba nesta terça-feira (19). Os agentes de atuação especial pertencem à Procuradoria Geral da Justiça Ministério Público que investiga na região uma operação contra supostas irregularidades na distribuição de medicamentos.
De acordo com o Gaeco, um dos mandados foi cumprido na Câmara de Vereadores, com apoio da Polícia Militar. Segundo os agentes, os indícios sinalizam que haveria uma atuação clandestina em larga escala.
Um dos alvos da operação é um galpão onde, segundo o Gaeco, "os medicamentos estariam estocados de forma totalmente irregular e em desacordo com as normas sanitárias".
O Ministério Público procura no local o armazenamento de substâncias e medicamentos disponíveis para distribuição à população, sendo alguns de alto custo, de uso controlado, injetáveis, além de amostras grátis.
Também há indícios de que alguns desses medicamentos estejam entre os classificados na Portaria 344 do Ministério da Saúde, na classe das substâncias sujeitas a controle especial".
Outro lado - O Diário Imparcial manteve contato com a assessoria da Presidência da Câmara Municipal de Pindamonhangaba que enviou nota de posicionamento da Casa. Confira abaixo, na íntegra:
Nota de Esclarecimento
“O Presidente da Câmara de Pindamonhangaba, Vereador Norberto Moraes, comunica que, em relação aos acontecimentos ocorridos na manhã de 19 de Setembro de 2023, quando o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e funcionários do Ministério Público estiveram presentes nas instalações da Câmara.
A Presidência da Câmara orientou prontamente os servidores da Casa Legislativa a colaborar plenamente com a investigação, assegurando que nenhum impedimento seria colocado em relação aos mandados de busca e apreensão emitidos. A operação foi conduzida de maneira eficaz, com a participação dos policiais militares do batalhão de ações especiais e dos promotores, tendo sido concluída durante a manhã.
O Presidente ressalta que a Câmara de Vereadores não teve acesso às informações coletadas durante a operação, que correm em segredo de justiça, portanto, não dispõe de detalhes adicionais sobre o assunto, colocando-se à disposição para esclarecimentos futuros.”
tag: controle especial, supostas irregularidades, gaeco, diário imparcial, noticias de pindamonhangaba
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