O valor da cesta básica no Vale do Paraíba sofreu pequeno aumento no mês de fevereiro de 2024. Os dados foram publicados pelo Nupes (Núcleo de Pesquisas Econômico-Sociais da Universidade de Taubaté) nesta quarta-feira (6) e apontam variação de positiva de 0,07%.
O levantamento é realizado semanalmente em 15 supermercados de São Jose dos Campos, Taubaté, Caçapava e Campos do Jordão. Divulgado em boletins mensais, o resultado da coleta revela o comportamento de preços de 44 produtos essenciais para uma família (alimentação, higiene pessoal e limpeza doméstica).
De acordo com os economistas do núcleo, é levado em conta o que necessita uma família com 5 pessoas com poder de compra de 5 salários mínimos vigentes no período da coleta de dados, o equivalente a R$ 7.060,00.
Campos do Jordão apresentou a cesta básica mais cara entre as cidades (R$ 2.810,93), seguido por Caçapava (R$ 2.733,45), Taubaté (R$ 2.702,34) e São José dos Campos (R$ 2.673,06). A diferença no preço da cesta mais cara (Campos do Jordão) com a cesta mais barata (São José dos Campos) foi de R$ 137,87, portanto, uma diferença percentual de +5,16%.
“O valor da cesta básica passou de R$ 2.727,84 em janeiro, para R$ R$ 2.729,95 em fevereiro, apresentando assim, um aumento em valor de R$ 2,11. Dois municípios tiveram variações positivas de preços, sendo Taubaté e São José dos Campos e, dois tiveram redução nos preços sendo Caçapava e Campos do Jordão.”, informou o Nupes.
Quando comparados os últimos 12 meses, de fevereiro de 2023 a fevereiro de 2024, o preço médio cobrado por uma cesta familiar no Vale do Paraíba registra redução -2,62%. Em termos de valor, representa um a redução de - R$ 73,64.
Subiu - A Cenoura (+ 17,97%) foi o produto com a maior alta no mês. Em seguida vêm a Laranja Pera (+ 10,43%), Feijão carioca (+ 9,58%), Bananas (+9,17%) e Arroz (+ 6,23%) foram os principais vilões do mês de fevereiro, de acordo com o núcleo da Unitau.
Caiu - A Abobrinha foi o produto que mais puxou para baixo os preços em fevereiro (-18,59%), seguida do Mamão Formosa (- 14,28%) e Carnes bisteca suína (- 3,60%).
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